Sobre Marcelo Simonka

Os primeiros anos

Nasci em março de 1973, em pleno sábado de Carnaval. Os blocos passando na Av. Santo Amaro, em São Paulo, Capital, e minha mãe tendo as contrações. Vai ver que é por isso que eu gosto de Carnaval… por não mais que uma hora. Empapuça rápido. Estrábico desde cedo, comecei a usar óculos logo aos dois anos de idade, embora eu ainda acho que nasci com eles. Infância normal, dentro de uma família classe média baixa do Jabaquara. Nada de mais pra contar, a não ser a já incipiente vontade de desenhar.

 

“Brincar de desenho”

Desde cedo, e durante boa parte de minha infância, já estava próximo a lápis e papel, engatinhando garatujas que com a evolução virariam desenhos. Gostava de qualquer tipo de brinquedo e brincadeiras, mas uma em especial sempre foi minha preferida: brincar de desenho. Hoje mais velho, sei que com desenho não se brinca, mas essa era a atividade que mais me prendia a atenção. Depois viria o gosto pelo cinema e ficção científica. Pilhas e pilhas de pastas com desenhos, arremedos de histórias em quadrinhos, tentativas de charges e caricaturas, conceitos para novos jogos do Atari…  e quando sobravam moedas, eram gastas sempre nas mesmas coisas: material de desenho, amendoim japonês e robôs de plástico; tudo comprado na lojinha da Olívia, lá no distante Jabaquara da década de 1980.

Brincar de desenho era solitário, pois enquanto a paciência normal dos meus colegas se esvaziava com 10 minutos de desenho, a minha durava horas. Em alguns momentos tive amigos que desenhavam também e tinham mais resiliência para aproveitar essa atividade tão solitária. Quando fui pra escola e a coisa começou a ficar séria (a escola, não o desenho), comecei a me destacar junto a colegas e professores.

 

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Retomada

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